9 de nov. de 2011

Sujeito Indeterminado

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Um poema ultra romântico, é isso que desejo
Cantar pelo mundão, toda a felicidade consagrada
De minuto em minuto sorrir para nós
Beijar o vento.

Cantar a glória das noites bem dormidas,
Das pendências resolvidas
Dos amassos bem retratados.

Falar de nós, deles, alheios.
Sorrir com o corpo todo
Desejar com a alma intesa.

Falar de todos, falar de ninguém
Mas saber aquilo que ninguém precisa
Só nós. Com nossos segredos!

Nossas ocultas verdades que nunca aparecem. Privando assim a realidade dolorida!

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